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Segunda-feira, 9 de junho de 2014

A Ventuno Ceasa se faz de morta.
Silenciosa incompetência!


A Ventuno Ceasa não tem jeito mesmo e somos obrigados a continuar insistindo para que ela entregue o carro em troca de outro que vendeu com defeito (ela de imediato confirmou o problema mas, ao que parece não se emenda:, pegou outro cliente incauto e vendeu de novo o carro defeituoso).
 
A  Ventuno Ceasa sabe que sacaneou um cliente, até então leal, com a cumplicidade de um vendedor muito falante e treinado para mentir o tempo todo e louco para me empurrar carros que estavam parados no estoque em lugar do que comprei em nome da minha empresa.
 
Os meus prejuízos nesse período têm sido imensos e inclusive acumulei uma gastrite (o que certamente contribuirá para um processo por danos morais) por causa desse transtorno, de pagamentos com táxi para ir ao trabalho, despesas com cartórios, perda enorme de tempo para ouvir o vendedor prometer o que não podia (e não queria cumprir).
 
Na verdade, o vendedor é apenas uma peça de uma engrenagem emperrada, de uma máquina de arrecadar dinheiro (é a primeira coisa que pedem quando a gente entra na loja) e que tem a capacidade de virar as costas ao cliente logo que consegue avançar no seu bolso.
 
Mas pode até ser um azar meu, um cochilo meu, porque acreditei  em pessoas não confiáveis e em uma empresa que, provavelmente, tem uma direção omissa. Aonde já se viu deixar um cliente por 3 meses  sem carro, provocando uma baita reclamação na Web? Já denunciei no Reclame aqui, no NuncaMais. Net, já escrevi nesse blog, já compartilhei com quase dois mil amigos no Face e vou continuar cutucando a imagem da Ventuno que não se manifesta porque nada tem a dizer.
 
Ela pode arrumar qualquer desculpa agora, mas o fato  (e esse é incontestável) é que estou há 3 meses sem carro, que o meu carro foi vendido rapidamente, que  a Ventuno Ceasa me entregou um carro  com defeito e que cada vez que a aciono diz que tudo se resolverá em 1 ou dois dias (se mentira fechasse empresa, as portas da Ventuno Ceasa já estariam cerradas há tempo!)
 
Vamos ver quando acaba essa novela. A Ventuno Ceasa não se manifesta porque tem culpa no cartório e o vendedor está saindo de férias (foi ele quem pediu as férias ou a empresa aconselhou que ele saísse um pouco para fugir do problema criado?).
 
Que experiência terrível! Que atendimento do fundo do quintal!
 
O pior é que a solução do problema é ficar com outro carro da Ventuno Ceasa. Dá para confiar que ele não virá com defeito também? Deveria seguir o conselho do advogado e exigir o rompimento do contrato, com a devolução de tudo pago, com juros etc.  Espero que eles andem rápido e entreguem um carro em ordem. Caso contrário,  o caso vai bombar em todo lugar, vai ser manchete. Bem que eles mereciam uma cacetada dessas! A bola está com a Ventuno Ceasa mas , ao que parece, ela só saber fazer gol contra!

    


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Sexta-feira, 6 de junho de 2014

Minha (terrível) experiência com a Ventuno Ceasa


 A Ventuno é uma concessionária Fiat de grande porte, uma das maiores de São Paulo, e certamente, ao longo do tempo, tem obtido lucros fabulosos vendendo carros novos e usados. Quem olha o portal da Ventuno pela internet pode até ficar impressionado pelo volume de carros ofertados, pelas promessas de bons negócios etc. Mas (sempre há um mas),   quem, como eu, andou fazendo negócios com ela, sabe que a ela se aplica o ditado “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.

A Ventuno Ceasa integra o rol de empresas que enxergam o cliente pelo bolso e faz tudo ( e rapidíssimo) para arrancar o seu dinheiro, com promessas de entrega que não pode cumprir, sempre solícita na hora de vender e que vira as costas depois que a grana já está em caixa e a comissão garantida.
 
Meu problema com a Ventuno Ceasa começou há quase três meses, quando (como me arrependo) resolvi comprar um carro usado. O vendedor garantiu que era um negócio daqueles (quem mandou acreditar nele, não é mesmo?) e me empurrou uma Meriva, câmbio automático, que estava com problemas. Baseado na lei de defesa do consumidor, devolvi o carro imediatamente . Para se ter uma idéia, tirei da loja na sexta, sai com ela no sábado e na segunda às 6:00 horas da manhã já estava na porta da Ventuno com a Meriva. Só não devolvi ainda no final de semana porque no domingo a Ventuno Jaguaré não abriu.
 
De lá para cá (isto foi em abril e estamos em junho de 2014, às vésperas da Copa), só enrolação para a troca de um carro por outro. Eu, na verdade, gostaria de cancelar tudo, mas aí já havia financiamento feito, seguro feito por um carro que permaneceu na loja etc. Como a proposta era trocar por outro carro (sem defeito) e eu não quis aceitar algumas ofertas de carros parados na loja (sabe lá por que razão, não é mesmo?), usaram esse fato para prorrogar a troca. Eu soube que, neste momento, carros que me interessariam, dentro da faixa de preço definida, entraram na loja mas eles preferiram vender para outros (vendedor quer comissão, Ventuno Jaguaré quer lucro e carro já vendido - ainda que com defeito –não rende mais nada), porque é assim que eles funcionam.
 
Aquele negócio de atendimento ou pós atendimento não é virtude da Ventuno Ceasa, que deve treinar os seus vendedores para fazerem promessas,  para garantirem que amanhã tudo se resolve e depois procuram colocar desculpas no banco, no Detran, na “ponte que partiu”.  E o tempo passa.
 
Tenho tido enormes prejuízos com a Ventuno Ceasa (uso de táxi, taxas para alterar o financiamento, cartório etc) e eles se esquivam de tudo, como se a culpa de ter comprado um carro com defeito fosse minha e não deles que, certamente, sabiam do problema, embora neguem, de pés juntos, que o carro estava ótimo (você já viu carro automático morrer recorrentemente?). Faça um teste que eu não fiz: coloque “Meriva câmbio automático” no Google e irá perceber que é um carro cheio de problemas. A Ventuno Ceasa sabia disso e queria se livrar dele logo.
 
Pois bem, quando a Ventuno Ceasa recebeu um carro (Honda Fit) e conseguiu me convencer de que era um outro bom negócio (paguei mais uma grana adiconal porque o carro vale mais do que a Meriva), tudo começou de novo. Faz vinte dias que o carro entrou na concessionária, que eu paguei para ter o novo carro (que espero não tenha defeito), e nada se modificou. Estou sem carro ainda e não tenho outra alternativa a não ser botar a boca no trombone, o que deveria ter feito há muito tempo.
 
Não sei quando a novela vai acabar mas prometo que, de agora em diante, vou valer-me do que posso, para dizer para outras pessoas, que podem também cair na lábia da Ventuno Ceasa e  ficar com uma imensa dor de cabeça,  que as coisas por lá funcionam desta forma. Primeiro o dinheiro, depois a satisfação do cliente.
 
Até é possível suportar alguma incompetência, mas o desrespeito ao cliente e a ganância empresarial devem ser sistematicamente divulgados. Não deveriam fazer parte do negócio, mas a Ventuno Ceasa não pensa dessa forma.
 
Há outras concessionárias Fiat por aí e, se conselho serve para alguma coisa, se minha péssima experiência com a Ventuno Ceasa serve para alguma coisa, busque alternativas mais confiáveis.
 
Pode até ser que, em outras unidades da Ventuno (mas eu não me arriscaria porque, quando isso acontece e ninguém da direção, da gerência faz nada para resolver o problema é sinal de que deve ser a “cultura da casa”), as coisas sejam melhores e por isso tenho me referido especificamente à unidade Ceasa.
 
Em tempo: 1) quando fiquei com o carro e ele começou a dar problema (foi um dia só com essa experiência terrível), chamei pessoas que entendem de  câmbio automático, de Meriva e até um mecânico, comprovando que o carro estava mesmo com problema; 2) O Meriva, pelo que soube, já está vendido para outra pessoa e não tenho dúvida de que logo (o carro ainda não foi entregue também, mas certamente já arrancaram dinheiro do incauto cliente) ele perceberá que levou gato por lebre.
 
Enfim, se a Ventuno (e não a Ventuno Ceasa, já que gerente  e outros funcionários de lá têm sido cúmplices nessa história) é mesmo uma empresa séria, tem diretores comprometidos com a qualidade do atendimento, por que não dá um jeito de resolver tudo rapidamente?
 
Eu, se fosse a direção da Ventuno, enquadraria imediatamente  os responsáveis porque aonde já se viu deixar um cliente irritado a ponto de vir para a Web e denunciar o péssimo atendimento da Ventuno Ceasa? A Ventuno não está preocupada com a sua imagem ou reputação ou já ficou acostumada com tudo isso?

Ventuno Ceasa nunca mais. Quero respeito e repudio a ganância. O carro eu também quero, mas essa novela promete durar um bom tempo mais. Tenho dó do cliente que comprou a Meriva. Se não for esperto e não perceber logo o problema que comprou, passará  pelo mesmo sufoco que estou passando! Pode ter certeza: é terrível!


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Terça-feira, 12 de novembro de 2013

A Nextel está dando a mão
para fraudadores. Cuidado com ela!


Parece incrível, mas as operadoras brasileiras, além do recorde de reclamações no Procon, Anatel, Reclame Aqui, IDEC etc etc, passaram agora a vender planos, serviços sem qualquer critério e estão fazendo o jogo de fraudadores contra os seus clientes ou não.
Pois não é que a Nextel me manda confirmar um pedido de aquisição de um chip NextelN, realizado numa loja do Tatuapé, que tem como representante a senhora Magali de Jesus Santos, em meu nome, sem que eu tivesse qualquer conhecimento dele? Isso significa que ela vendeu os serviços para uma pessoa que se passou por mim, sem qualquer checagem de documentos ou contato direto comigo.
Esclareço: sou cliente Nextel (não serei mais a partir de agora) e meus documentos, inclusive com foto estão em poder da empresa porque obrigatoriamente a gente entrega esses documentos quando se torna usuário (CPF, RG com foto, comprovante de endereço etc). Era fácil, se a intenção não fosse apenas vender sem qualquer critério, descobrir isso, mas, ao que parece, as operadoras, inclusive a Nextel que anda matando a grito para conseguir novos clientes, não tomam providência alguma na hora do contrato ou pedido.
Depois de denunciar que o pedido era fraude, a sra. Magali entrou em contato comigo no meu local de trabalho (agora, depois que a coisa vai pegar fogo, eles me acharam, não é?) querendo me obrigar ainda a se deslocar, perdendo um dia de trabalho, à loja da empresa no Tatuapé, como se eu tivesse culpa por uma venda que não autorizei.
Resultado: vou fazer um boletim de ocorrência, vou cancelar a minha linha com a Nextel, vou botar a boca no trombone por causa do grave equívoco e espero que a Nextel aplique severa punição aos funcionários envolvidos (será a sra. Magali de Jesus Santos?).
Acho também que é o caso de um processo por danos morais contra a Nextel porque estou perdendo horas de trabalho para resolver o caso, sendo obrigado a me deslocar (porque a Nextel que errou não vem ao meu encontro, porque tenho que me deslocar até lá?), quando o culpado não sou eu.
A Nextel, como boa parte das operadoras, não merece crédito e estarei empenhado firmemente, de agora em diante, a mobilizar amigos, colegas e familiares a abrir mão dos serviços dessa empresa ou a não contratar novos serviços de forma alguma. É um risco enorme ser cliente da Nextel porque ela tende, como no meu caso, a aceitar pedidos e, se não ficar atento, a debitar a dívida em meu nome.
Como vi, ela prefere vender para fraudadores e cobrar dos clientes. Quem quer ser cliente de uma empresa assim? Tô fora e vou até o fim com essa questão.
É preciso que o Governo, a Anatel, a Polícia, a sociedade saibam como agem as operadoras brasileiras. Prometo fazer a minha parte e espero que as autoridades  e a Nextel façam a dela.
Em tempo: outra pessoa, com e-mail da Nextel, a sra. Paula Tolentino, também está sabendo do caso e não tomou providência alguma. O pedido fraudado em meu nome foi copiado para o e-mail dela e meu email denunciando a fraude também.. Quem será a sra. Paula Tolentino e o que ela tem a ver com essa história? Quantas pessoas estão envolvidas nessa fraude?
Será que a Nextel vai tomar alguma providência? A conferir.

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Quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cuidado com a Claro. Ela vende para fraudadores
e manda a conta para a sua casa.


 Eu recomendo firmemente para todo mundo que tome muito cuidado com a Claro, uma operadora de celular, entre outras coisas, que mantém um serviço de atendimento absolutamente precário e não se preocupa em vender serviços, em nome de outras pessoas, para fraudadores.  O PCC adora a Claro!

É fácil de explicar e já postei nesse mesmo blog mensagem há pouco tempo relatando o caso. Munido de um número de CPF e de meu nome, um sujeito qualquer abriu, em um shopping de São Paulo,  uma conta e, apesar de ter comparecido a uma loja para provar que não fui eu, o problema permanece, com a chegada de outras contas.
É surrealista: o documento de contratação de serviços tem números de telefone para contato que não atendem, o RG apresentado não é o meu, a assinatura é falsa, e nem o endereço está correto, mas, mesmo assim, quando acionado o Depto de Cobrança, eles informam que o procedimento interno demora 30 dias e que eles vão julgar se ou não responsável pelos serviços.
Já acionei o IDEC, do qual sou sócio, que me orientou a procurar a Polícia para fazer um boletim de ocorrência e  abrir um processo por danos morais.
Tenho perdido um tempo enorme, me irritado profundamente com a situação, mas, dada a lerdeza e a incompetência da Claro, a linha continua ativa e gerando débitos.
Eu vou fazer tudo o que devo fazer, mas quero avisar aqui a todos os amigos, colegas, familiares e, infelizmente os bandidos que podem nos acompanhar na web (o Google reproduz tudo, inclusive essa mensagem), que é muito fácil fraudar a Claro e que ela é, ao que parece, parceira dessas situações.
Segundo um colega da loja da Claro que me atendeu, ela nem se preocupa com esses problemas que causa aos cidadãos porque ela tem seguro contra fraude e não pode perder tempo com essas contas porque o tempo de que ela dispõe é para vender planos. Ela não pode ficar checando documentos porque isso custa grana e ela só pensa, pelo que se pode ver, nisso.
O Governo, as autoridades, precisam dar um basta a empresas com esse perfil, que lesam e incomodam os consumidores, inclusive aqueles que nada tem a ver (e nunca terão) com os seus serviços.
Continuarei reclamando, além de tomar outras providências. Espero que os que me lêem fiquem de olhos abertos, não se aventurem a ser clientes de uma empresa como a Claro porque ela, se o País fosse sério, já estaria fora do mercado pela sua inegável incompetência.
Enquanto ela dorme, os bandidos se locupletam. E o nome da gente fica sendo jogado daqui pra lá como saco velho em sótão abandonado.
 

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Quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A CLARO inova.Cobra agora até dos não clientes.


Seu sistema de segurança? Fácil demais de fraudar!

 
As operadoras de celular são grandes vilãs do mercado brasileiro, ao lado de planos de saúde, bancos e operadoras de TV por assinatura e outros setores menos votados.
  
Mas agora a CLARO resolveu inovar. Está praticando um sistema de segurança precário que facilita (e muito) as fraudes, permitindo que pessoas, com informações falsas, adquira seus serviços em nome de outros que, de uma hora para outra, recebem o boleto de pagamento.
  
Posso falar com autoridade porque isso acaba de acontecer comigo e, ao analisar o caso, com a ajuda de próprios funcionários da Claro, fiquei estupefato e, é lógico p…da vida.
  
Pois não é que um bandido comprou um Claro online 2 GB, mais 600 minutos, mais torpedos e mais DDD, apresentando apenas o meu nome e o número do CPF (o que é fácil de se encontrar em qualquer lugar) , indicando na loja da operadora contato de  telefones falsos, RG que não é o meu, assinatura que não é a minha e endereço que não é meu? Já se pode imaginar o que aconteceu: a conta do uso do serviço fraudado (com a maior facilidade) veio em meu nome e aí o calvário: precisei  tomar uma série de providências, como apresentar documentos originais, comprovante original de endereço, fazer três assinaturas em documento de próprio punho na frente de um funcionário da loja da CLARO e, é lógico, pedir que cancelem a linha e a dívida, que não são minhas. Para os bandidos (que fiquem tranquilos) , não existe esta burocracia toda:  ela não pede ou, o que dá no mesmo, não checa nada. Só a vítima, como eu, tem que apresentar documentos autênticos.
  
Como esta informação está disponível agora na Web, porque eu a postei, aí vai a dica para os bandidos: fraude um documento (melhor o CPF que não tem foto), indique telefones falsos para contato, coloque o nome e o CPF de uma pessoa qualquer e  apresente um documento falso que comprove a sua residência e passe a usar de graça os serviços da CLARO. Ninguém checa nada por lá, está tudo liberado. A melhor moleza. É assim que o PCC gosta, não é CLARO?
  
Ao receber a conta (não sou cliente da CLARO, não serei  e não recomendo aos meus amigos, colegas, familiares e pessoas que acreditam em mim), tive que gerar as provas que a CLARO não pede para os bandidos. Um funcionário do atendimento diz que há casos e casos semelhantes pipocando por lá (eta farra do boi!).O sistema de segurança é frágil porque, conforme disse outro funcionário da CLARO, é mais barato pra ela pagar seguro para cobrir esses casos e jogar o problema em cima dos cidadãos, particularmente os não clientes. Esses, como eu, não podem impor a elas o ônus de largar os serviços dela, pois não os contrataram. A CLARO só quer perder tempo para vender, não para garantir a qualidade dos serviços que presta, como as demais operadoras.
   
Enfim, para resumir ao final desse desabafo de um cidadão afrontado por uma empresa do perfil da CLARO: Tenho em mãos o contrato feito  por uma pessoa que se apresentou como sendo eu na Loja do Shopping Anália Franco, atendida pelo vendedor de nome Renato José Pereira, com os dados falsos e sem checagem alguma. Tenho a carta que fui obrigado a escrever de próprio punho para a CLARO o número de protocolo e espero que ela tenha guardado a gravação dos meus contatos com o serviço de atendimento.
 
Pois não é que um funcionário que estava ouvindo a minha conversa na loja e, ao saber que sou jornalista e minha esposa é produtora de TV, saiu com o seguinte comentário: “Por que vocês não colocam isso no ar. Seria bom para ela aprender”. Esta é a pura verdade: ninguém, nem o conjunto de funcionários, gosta de uma empresa assim. Ela merece.
  
Acho que é o caso de um processo por danos morais, mas eu sei que a Justiça favorece as grandes companhias e o que vale mesmo é a gente continuar repetindo por aí (até que alguém tome providências) que as operadoras, em particular a CLARO no meu caso, são absolutamente irresponsáveis. Uma gestão e uma segurança de empresa típicas do Terceiro Mundo.
  
Você é cliente da CLARO? Você está pensando em ser cliente da CLARO? Você não é cliente da CLARO?
  
É melhor, como se pode ver, tomar cuidado em  qualquer umas dessas situações. Porque você pode se ferrar, é CLARO!
  
Vou ficar aguardando as providências da CLARO, mas não sei se ela terá tempo para tomar alguma. Passa o tempo todo tentando vender porque é só isso, no fundo, que lhe interessa.
  
Em tempo: não estou sendo pago por outras operadoras para falar mal da CLARO, mesmo porque, como atestam os colegas, todas elas são farinhas do mesmo saco. Mas, como o meu problema aconteceu com a CLARO, e eu tenho provas nesse caso, não vou deixar de botar a boca no trombone. Está ouvindo aí, dona CLARO? É  lógico que não. Só ouviria se eu dissesse que estaria querendo comprar  os serviços dela . Mas isso eu e meus familiares próximos nunca faremos.  Vamos compartilhar essa história de fraude facilitada pela CLARO? Assim, a gente pode ajudar outros colegas que estão passando agora pelo mesmo “perrengue”. Já os bandidos… continuarão como sempre fazendo a festa.
  
O Governo não deveria apenas bloquear os celulares nos presídios. Deveria dar um pontapé na bunda de empresas que vendem celular para qualquer bandido e coloca a segurança de todos nós em risco.

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Quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mudanças climáticas: o discurso afronta a realidade


A concentração de dióxido de carbono na atmosfera  é hoje maior do que a registrada nos últimos 800 mil anos e tem crescido a uma taxa média significativa, mas essa situação dramática também se observa para outros gases que provocam o chamado efeito estufa, como o metano e o óxido nitroso. Além disso,  é certo que tem crescido a atividade dos ciclones tropicais em boa parte do Planeta,  aumentado a frequência de chuvas intensas e a elevação do nível do mar e também problemas relacionados à seca, assim como tem se reduzido a extensão da camada de gelo no Ártico.

Essas são algumas das conclusões  do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que reúne um número formidável de  especialistas das Nações Unidas, divulgadas no final de setembro de 2013.  Pior ainda: o IPCC confirmou que a emergência desse cenário preocupante tem tudo a ver com a ação humana, ainda que os céticos, que duvidam dessas conclusões, continuam se apoiando na tese de que o aquecimento global é cíclico e que apenas estamos atravessando um período, natural na história da Terra, de aumento de temperatura.

Embora a ciência esteja cada vez mais refinando os resultados e os métodos de investigação para dar conta desse fenômeno, entendendo-o em sua abrangência, é razoável permitir que o debate (mais parece, em alguns momentos, um embate) permaneça, não se justificando qualquer esforço no sentido de calar as vozes do grupo minoritário. Na verdade, é assim que as disputas científicas historicamente ocorrem, com afirmações e questionamentos o tempo todo: a unanimidade nem sempre prevalece e , em muitos casos (ainda que não acredito que esse seja um deles), vozes discordantes acabaram provando que estavam certas, colocando de cabeça para baixo ou “detonando” o que se acreditava como verdadeiro.

Durante a reunião do IPCC, a análise de um provável hiato de 15 anos no processo de aquecimento do planeta (fala-se em desaceleração atual da subida da temperatura) tomou um bom tempo dos experts, mas, ainda que incomodados com o fato (e isso ficou evidente nos relatos antes, durante e depois do encontro),  eles chegaram à conclusão de que seria necessário mais tempo (no mínimo 30 anos) para confirmar essa redução.

O suiço Gian-Kasper Plattner, que coordenou a redação do “Sumário para Formuladores de Política”, uma parte do documento final voltada especificamente para o público não especializado, argumenta que é indispensável atentar para tendências de longo prazo (15 anos para ele representam um período insuficiente para conclusões adequadas) e justificou o texto final do relatório, dizendo que ele se apoiou na leitura de mais de 9.200 estudos. Ressaltou o fato de que, com uma probabilidade próxima a 100%, os especialistas concluiram que o aquecimento climático é uma realidade e que há praticamente uma certeza (a ciência é assim mesmo e tem que ser assim, admitindo um grau de incerteza) de que o homem é o grande responsável por esse processo de degradação do clima.

O presidente da Fapesp, Carlos Henrique de Brito Cruz, reconhece que essas divergências são naturais na ciência e que é importante que assim seja porque “a certeza absoluta” não combina com o ethos científico e que o questionamento é sinal de amadurecimento e tem uma função positiva: obriga todos a refinarem os seus métodos, a pesquisarem com maior dedicação. Ele chama a atenção para a necessidade de as conclusões estarem respaldadas em evidências científicas e que um determinado grau de ceticismo é absolutamente saudável. “ O cientista não deve se transformar em militante, afirma ele, em entrevista publicada no dia  30 de setembro de 2013, no Valor Econômico, em reportagem assinada por Daniela Chiaretti, página A13, sob o título  Polémica no IPCC ‘faz parte do jogo’.

Questionamentos e incertezas à parte, é fundamental que os governos, os cientistas e todos nós descruzemos os braços e passemos à ação. Muitos outros relatórios já foram publicados, têm sido realizados inúmeros encontros científicos sobre o tema, mas pouco efetivamente se avançou no sentido de barrar esse processo. Por diversos motivos – interesses políticos e comerciais  especialmente, mas também falta de vontade ou coragem para enfrentar o problema,  continuamos postergando decisões que têm contribuído (alguém tem dúvida disso?) para agravar a questão do clima. Com isso, quando acordarmos para a realidade, talvez  já seja tarde (é lícito perguntar se já não perdemos tempo demais) e medidas mais dramáticas, se é que elas surtirão efeito, precisarão ser tomadas, com enorme prejuízo para todos, em particular para as classes menos favorecidas e os países pobres.

A inércia, a perspectiva concentrada no curto prazo, os lobbies poderosos e a visão míope de governos em todo o mundo têm impedido que se passe do discurso para a prática e, embora seja unânime a aceitação de que algo deva ser feito para atenuar o problema, poucos se aventuram a dar um passo à frente, temendo perder regalias, privilégios ou afrontar esse modelo predador que aí está.

Há dados contundentes sobre a degradação explosiva dos recursos naturais, sobre a perda absurda da biodiversidade, a contaminação do ar, do solo, da água e dos alimentos, mas as autoridades relutam em arregaçar as mangas para colocar um fim a esse processo inexorável de destruição da qualidade de vida.

Enquanto autoridades, empresários e mesmo colegas com um viés ambientalista continuam insistindo no discurso cosmético, hipócrita, em prol da economia verde, da sustentabilidade, o processo de degradação ambiental se aprofunda, como temos visto em nosso país com o uso abusivo de agrotóxicos (veneno e não, remedinho para planta, como insiste a Andef), a liberação apressada de novas sementes transgênicas, e o apelo para liberação de novas substâncias tóxicas para combater pragas, quase sempre favorecidas pelo uso indiscriminado de produtos químicos. 

Já passou a hora de uma reflexão profunda sobre o modelo que temos sustentado (que é indiscutivelmente insustentável), com um consumo não consciente, a ausência de uma política para prevenir acidentes, como o da explosão de um depósito de fertilizantes em Santa Catarina recentemente, com graves consequências para a saúde dos cidadãos e o meio ambiente.

É preciso destacar que a imprensa, ainda que com seus vícios e seus compromissos com interesses empresariais, tem contribuído para chamar a atenção para o problema, com exceção daqueles veículos, programas e espaços comprometidos com monopólios na área das sementes, com  a indústria de fertilizantes e setores por excelência agressivos ao meio ambiente, como a pecuária extensiva, a mineração, o  de papel e celulose, o tabagista e outros menos votados.

Os dados estão aí para todo mundo ver, mas há muitos interesses cegos que insistem em empurrar com a barriga uma questão que, de há muito, merece pronta solução.

É urgente aprofundar o debate, cobrar providências, sensibilizar todos aqueles que, sem esses vínculos egoístas, sem essa ganância que caracteriza o capitalismo selvagem, podem encaminhar alternativas para um mundo melhor.

Abaixo o marketing verde e o discurso cínico dos que se locupletam com a derrocada do meio ambiente e da qualidade de vida. A natureza e particularmente as novas gerações esperam de nós responsabilidade, coragem e disposição para alterar esse cenário. Ao que parece, estamos, por omissão, egoismo, falta de lucidez e covardia dispostos a comprometer o futuro, apenas porque não estaremos lá para sofrer as consequências do que estamos fazendo (ou deixando de fazer) no presente.


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